sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Projeto contação de histórias para crianças

Projeto contação de histórias para crianças  

Objetivos:
Organizar e participar de um projeto de contação de histórias

Primeira etapa:

  • Pesquisar, ler e escolher a história a ser contada. Treinar a leitura da mesma e se organizar para a construção do cenário e personagens.
  • Fazer a escolha da história procurando aquela que se identifique com seus valores pessoais que incite a sua imaginação e que lhe dê prazer.
  • Estudar a história procurando ler atentamente para saber de cor toda a trama, tendo com clareza na mente o esquema geral.
  • Apreender aspectos principais de cada uma das partes da história (introdução, enredo, ponto de culminância e desfecho).
  • Contar a história para si mesmo em voz alta, de preferência diante do espelho.
  • Treinar a entonação de voz adequada, dramática, porém, com boa dicção, dar voz própria a cada personagem e controlar o tom de voz a passar sentimentos de calma, segredo, medo, atenção e etc.
  • Reler a história no dia em que for contá-la e repassar os pontos principais alguns minutos antes.

Segunda etapa:
  • Confecção do cenário e personagens da história escolhida.

Terceira etapa:
  • Contar a história usando os recursos pedagógicos lúdicos.
  • Após contar a história, incentivar uma discussão entre as crianças ou aplicar uma atividade que permitam que elas façam algumas reflexões sobre o que foi contado.
  • Relacionar a história ao cotidiano da criança.
  • Trabalhar coma as crianças valores como: alegria, amor, compartilhar, confiabilidade, cooperação coragem, cortesia, disciplina, honestidade, justiça, lealdade, misericórdia, paciência, paz, respeito, responsabilidade, solidariedade, solicitude, tolerância entre outros.

Observação:
As histórias escolhidas devem contemplar a faixa etária da educação infantil ao 5º ano do ensino fundamental. Todas as histórias escolhidas pelo grupo devem ser revisadas pela Professora de Práticas Pedagógicas, assim como as atividades a serem aplicadas.   

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Novas competências profissionais para ensinar

 1. Organizar e dirigir situações de aprendizagem

Conhecer, para determinada disciplina, os conteùdos a serem ensinados e sua tradução em objetivos de aprendizagem.
Trabalhar a partir das representações dos alunos.
Trabalhar a partir dos erros e dos obstáculos à aprendizagem.
Construir e planejar dispositivos e seqüências didáticas.
Envolver os alunos em atividades de pesquisa, em projetos de conhecimento.
2. Administrar a progressão das aprendizagens.
Conceber e administrar situaçôes-problema ajustadas ao nível e às possibilidades dos alunos.
Adquirir uma visão longitudinal dos objetivos do ensino.
Estabelecer laços com as teorias subjacentes às atividades de aprendizagem
Observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagem, de acordo com uma abordagem formativa.
Fazer balanços periódicos de competências e tomar decisões de progressão
Rumo a ciclos de aprendizagem.
3. Conceber e fazer evoluir os dispositivos de diferenciação
Administrar a heterogeneidade no âmbito de uma turma.
Abrir, ampliar a gestão de classe para um espaço mais vasto.
Fomecer apoio integrado, trabalhar com alunos portadores de grandes dificuldades
Desenvolver a cooperação entre os alunos e certas formas simples de ensino mútuo
Uma dupla construção.
4. Envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho
Suscitar o desejo de aprender, explicitar a relação com o saber, o sentido do trabalho escolar e desenvolver na criança a capacidade de auto-avaliação.
Instituir um conselho de alunos e negociar com eles diversos tipos de regras e de contratos.
Oferecer atividades opcionais de formação.
Favorecer a definição de um projeto pessoal do aluno.
5. Trabalhar em equipe
Elaborar um projeto em equipe, representações comuns.
Dirigir um grupo de trabalho, conduzir reuniões.
Formar e renovar uma equipe pedagógica.
Enfrentar e analisar em conjunto situações complexas, práticas e problemas profissionais.
Administrar crises ou conflitos interpessoais.
6. Participar da administração da escola
Elaborar, negociar um projeto da instituição.
Administrar os recursos da escola.
Coordenar, dirigir uma escola com todos os seus parceiros.
Organizar e fazer evoluir, no âmbito da escola, a participação dos alunos.
Competências para trabalhar em ciclos de aprendizagem.
7. Informar e envolver os pais
Dirigir reuniões de informação e de debate.
Fazer entrevistas.
Envolver os pais na construção dos saberes
8. Utilizar novas tecnologias
A informática na escola : uma disciplina como qualquer outra, um savoir-faire ou um simples meio de ensino ?
Utilizar editores de texto.
Explorar as potencialidades didáticas dos programas em relação aos objetivos do ensino.
Comunicar-se à distância.
Utilizar as ferramentas multimídia no ensino.
Competências fundamentadas em uma cultura tecnológica.
9. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão
Prevenir a violência na escola e fora dela.
Lutar contra os preconceitos e as discriminações sexuais, étnicas e sociais.
Participar da criação de regras de vida comum referentes à disciplina na escola, às sanções e à apreciação da conduta.
Analisar a relação pedagógica, a autoridade e a comunicação em aula
Desenvolver o senso de responsabilidade, a solidariedade e o sentimento de justiça
Dilemas e competências.
10. Administrar sua própria formação contínua
Saber explicitar as próprias práticas.
Estabelecer seu próprio balanço de competências e seu programa pessoal de formação continuada.
Negociar um projeto de formação comum com os colegas (equipe, escola, rede).
Envolver-se em tarefas em escala de uma ordem de ensino ou do sistema educativo.
Acolher a formação dos colegas e participar dela.
Ser agente do sistema de formação contínua.

Philippe Perrenoud




segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Dicionário pedagógico

Curso Normal

Objetivo: Familiarizar com a linguagem Pedagógica

1ª Etapa:
Organizar em ordem alfabética as palavras relacionadas á linguagem pedagógica

Docente: professor, educador
Discente: aluno, educando
Professorando (a): aluno (a) do Curso Normal
Didática: técnica de ensino
Pedagogia: arte e ciência da educação
Pedagogo: quem se dedica à pedagogia, professor, educador
Projeto pedagógico: projeto educacional
Cognitivo: relativo a conhecimento
Diagnóstico escolar: conhecimento da situação problema
Planejamento pedagógico: previsão dos trabalhos pedagógicos em um determinado período
Saberes pedagógicos: conhecimentos específicos necessários à prática docente
Aprendizagem: mudanças que o aluno apresenta em seu modo de pensar, agir, sentir
Prática cotidiana: o fazer constante do professor
Práxis: reflexão crítica da atuação diária do professor
Práticas pedagógicas: ações entendidas como educativas
Lócus: lugar de observação usado em linguagem de pesquisa
Interatividade: ação que exerce mutuamente entre duas ou mais pessoas.
Prática docente: ação institucional no ato de educar
Recursos didáticos: conjunto de técnicas e meios socialmente escolhidos para transmitir e fazer circular as mensagens destinadas a um grupo
Conteúdos de ensino: conjunto de conhecimentos, habilidades, hábitos modos valorativos e atitudenais, organizado didaticamente.
Currículo escolar: são experiências em termos de conhecimentos que serão proporcionados aos alunos em determinado curso
Estratégia de ensino: arte de aplicar meios e recursos disponíveis para alcançar um objetivo específico
Interdisciplinaridade: interação de duas ou mais disciplinas




segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Aulas de música para criança

Aulas de música para crianças ajudam no desenvolvimento emocional, físico e educacional e já estão disponíveis em escolas públicas.
Ao aprender uma canção, um instrumento musical ou até mesmo um simples som, a criança experimenta a ligação entre o corpo e mente proporcionada pela música. A integração sensorial - resposta do corpo por meios dos sentidos - é considerada crucial na preparação das crianças para as atividades escolares como a leitura, a escrita e a matemática. “A música permite o desenvolvimento infantil porque incentiva o uso de várias áreas como a física (uso do corpo e da voz), as de atividades sensoriais (percepções), as sensíveis (sentimentos, afetos) e as mentais (raciocínio lógico e reflexão), afirma a musicóloga e professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Marisa Fonterrada.
Até 2012, todas as escolas de educação básica do Brasil serão obrigadas a incluir o ensino de música em seus currículos, de acordo com a determinação da Lei Federal 11.769, 2008.
Fonte: Folha Universal. Talita Boros          

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

OFICINA EXPRESSÃO CORPORAL ARTE E MOVIMENTO

OBJETIVOS GERAIS:
Compreender a importância de se trabalhar com atividades que estimulem as habilidades de expressão corporal para o aprendizado da criança e do adolescente.  
Desenvolver as capacidades de expressão corporal, esquema corporal, criatividade, socialização, desinibição.

OBJETIVOS EXPECÍFICOS:
Aplicar os conhecimentos adquiridos nesta Oficina em futuras experiências de sala de aula.
Participar de atividades, observando seu uso como ferramenta pedagógica para estimular o aprendizado integral da criança e do adolescente.  

PÚBLICO ALVO: alunos (as) do 1º, 2º, 3º e 4º ano do curso de formação de professores

EXPRESSÃO CORPORAL

Segundo Olga Reverbel (1989), as capacidades de expressão corporais como relacionamento, espontaneidade, imaginação, observação e percepção são inatas aos seres humanos, mas necessitam serem desenvolvidas através várias atividades entre elas as dramáticas, as musicais, as plásticas e os jogos teatrais. Os benefícios que a expressão corporal propicia à criança são muitos, quando estimulados precocemente pelo professor. O movimento corporal é responsável pelo desenvolvimento físico e motor do ser humano e, consequentemente, pela autonomia da própria criança.
Como podemos perceber as atividades de expressão corporal contribuem para o desenvolvimento físico e social da criança. A criança exposta a essas atividades, estará apta a crescer bem mais desinibida e mais preparada para resolver conflitos relacionados ao seu meio social.
Contudo, é importante que o educador seja consciente sobre os benefícios que a expressão corporal pode trazer para o desenvolvimento da criança e do adolescente e esteja aberto a criar e a oferecer mais condições e atividades para que isso ocorra.
Nas escolas podem ser aplicadas diversas atividades que desenvolva as capacidades de percepção das possibilidades e limitações do próprio corpo, além da satisfação da descoberta e do alívio de tensões e ansiedades. Abaixo estão algumas atividades que o professor (a) pode aplicar para desenvolver as capacidades de expressão corporal em seus alunos.  


ATIVIDADES:

IMITANDO OS BICHOS
Objetivo: Desenvolver o esquema corporal, capacidade de expressão, corporal,criatividade e socialização.
Material: um espaço privado
Duração: 20 minutos
Faixa Etária: 6 - 12 anos
Parte Prática:
O professor coloca a música “Arca de Noé”. Em seguida o professor e os alunos começam a fazer coreografia que imita os bichos de acordo com a música.
Obs: a música “Arca de Noé” pode ser substituída por outra música que fala também de animais.

MÍMICA TEATRAL
Objetivo: Desenvolver o esquema corporal, capacidade de expressão corporal, criatividade e socialização.
Material: um espaço privado, gravuras e fotografias
Duração: 30 minutos
Faixa Etária: 6 - 14 anos
Parte Prática: Separe a turma em dois grupos. Num primeiro momento um fará a mímica e outro apenas assistirá.  O professor antes de iniciar o jogo deve preparar um material com gravuras, fotografias que tenha relação uma com a outra. Como um animal e uma floresta, foto de uma criança e de um parque diversão ou corte as gravuras ao meio. Distribua as gravuras entre os alunos (em número par). Ao sinal, todos terão que achar seus pares. Quando isso acontecer terão que montar um mini-teatro ou mímica que expresse o que está na fotografia. Os outros participantes vão tentar descobrir. Quando o primeiro grupo tiver apresentado todas as mímicas, o que apenas assistiu irá fazer o mesmo.


ESPELHO
Objetivo:
Desenvolver o esquema corporal, capacidade de expressão corporal, criatividade e socialização.
Material: um espaço privado
Duração: 20 minutos
Faixa Etária: 6 - 14 anos
Parte Prática: o professor separa a turma em duplas.  Em seguida um dos alunos da dupla, deve começar a brincadeira onde deve fazer movimentos de expressão corporal e o outro vai tentar fazer exatamente igual como se fosse um espelho. Após alguns minutos o professor sugere a troca de funções e de duplas.


ESTÓRIA SERIADA
Objetivo: Desenvolver a desinibição, capacidade de expressão corporal, criatividade e socialização.
Material: um espaço privado, figuras diversas.
Duração: 20 minutos
Faixa Etária: 9- 14 anos
Parte Prática: o professor antes de iniciar a aula, distribui as fichas com figuras diversas e começa uma história. A criança deve continuar a estória incluindo sua figura e a que vem seguida continua a história.
Obs: É muito divertido se o professor grava tudo e no final todos ouvem o repeteco.



sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Contação de histórias na sala de aula

Os músicos de Bremen
(Os Irmãos Grimm)
Um homem tinha um burro que, há muito tempo, carregava sacos de milho para o moinho. O burro, porém, já estava ficando velho e não podia mais trabalhar. Por isso, o dono tencionava vendê-lo. O pobre animal, sabendo disso, ficou muito preocupado, pois não podia imaginar como seria seu novo dono... E então, para evitar qualquer surpresa desagradável, pôs-se a caminho da cidade de Bremen.

Certamente, poderei ser músico na cidade, pensava ele.
Depois de andar um pouco, encontrou um cão deitado na estrada, arfando de cansaço.
- Por que estás assim tão fatigado? perguntou o burro.
- Amigo, já estou ficando velho e, a cada dia, vou ficando mais fraco. Não posso mais caçar; por isso meu dono queria me entregar à carrocinha. Então, fugi, mas não sei como ganhar a vida.
- Pois bem, lhe disse o burro. Minha história é bem semelhante à sua. Vou tentar a vida como músico em Bremen. Venha comigo. Eu tocarei flauta e você poderá tocar tambor.

O cão aceitou o convite e seguiu com o burro. Não tinham andado muito, quando encontraram um gato, muito triste, sentado no meio do caminho.
- Que tristeza é essa, companheiro? lhe perguntaram os dois
- Como posso estar alegre, se minha vida está em perigo? respondeu o gato. Estou ficando velho e prefiro estar sentado junto ao fogo, em vez de caçar ratos. Por esse motivo, minha dona quer me afogar.
- Ora, venha conosco a Bremen, propuseram os outros. Seremos músicos e ganharemos muito dinheiro.

O gato, depois de pensar um pouco, aderiu e acompanhou-os. Foram andando até que encontraram um galo, cantando tristemente, trepado numa cerca.
- Que foi que lhe aconteceu, amigo? perguntaram os três.
- Imaginem, respondeu o galo, que amanhã a dona da casa vai ter visitas para o jantar. Então, sem dó nem piedade, ordenou ao cozinheiro que me matasse para fazer uma canja.
Os outros, então, lhe propuseram:
- Nós vamos a Bremen, onde nos tornaremos músicos. Você tem boa voz. Que tal se nos reuníssemos para formar um conjunto?
O galo gostou da idéia e juntando-se aos outros seguiram caminho.

A cidade de Bremen ficava muito distante e eles tiveram que parar numa floresta para passar a noite. O burro e o cão deitaram-se em baixo de uma árvore grande. O gato e o galo alojaram-se nos galhos da árvore.
O galo, que se tinha colocado bem no alto, olhando ao redor, avistou uma luzinha ao longe, sinal de que deveria haver alguma casa por ali. Disse isso aos companheiros e todos acharam melhor andar até lá, pois o abrigo ali não estava muito confortável.

Começaram a andar e, cada vez mais, a luz se aproximava. Afinal, chegaram a casa. O burro, como era o maior, foi até a janela e espiou por uma fresta. À volta de uma mesa, viu quatro ladrões que comiam e bebiam. Transmitiu aos amigos o que tinha visto e ficaram todos imaginando um plano para afastar dali os homens. Por fim, resolveram aproximar-se da janela. O burro colocou-se de maneira a alcançar a borda da janela com uma das patas. O cão subiu nas costas do burro. O gato trepou nas costas do cão e o galo voou até ficar em cima do gato.

Depois, a um sinal combinado, começaram a fazer sua música juntos: o burro zurrava, o cão latia, o gato miava e o galo cacarejava. A seguir, quebrando os vidros da janela, entraram pela casa adentro, fazendo uma barulhada medonha.

Os ladrões, pensando que algum fantasma havia surgido ali, saíram correndo para a floresta. Os quatro animais sentaram-se à mesa, serviram-se de tudo e procuraram um lugar para dormir. O burro deitou-se num monte de palha, no quintal; o cão, junto da porta, como a vigiar a casa; o gato, junto ao fogão, e o galo encarapitou-se numa viga do telhado. Como estavam muito cansados, logo adormeceram.

Um pouco além da meia noite, os ladrões, verificando que a luz não brilhava mais dentro da casa, resolveram voltar. O chefe do bando disse aos demais: 
- Não devemos ter medo! 
E mandou que um entrasse primeiro para examinar a casa. Chegando à casa, o homem dirigiu-se à cozinha para acender um vela. Tomando os olhos do gato, que brilhavam no escuro, por brasas, tentou neles acender um fósforo. O gato, entretanto, não gostou da brincadeira e avançou para ele, cuspindo-o e arranhando-o. Ele tomou um grande susto e correu para a porta dos fundos, mas o cão, que lá estava deitado, mordeu-lhe a perna. O ladrão saiu correndo para o quintal, mas, ao passar pelo burro, levou um coice. O galo, que acordara com o barulho, cantou bem alto: - Có, có, ró, có!!!!

Sempre a correr, o ladrão foi se reunir aos outros, a quem contou:
- Lá dentro há uma horrível bruxa que me arranhou com suas unhas afiadas e me cuspiu no rosto. Perto da porta, há um homem mau que me passou um canivete na perna. No quintal, há um monstro escuro, que me bateu com um pedaço de pau. Além disso tudo, no telhado está sentado um juiz, que gritou bem alto: 
"- Traga aqui o patife!!!"... Acho que não devemos voltar lá... É muito perigoso!!

Depois disso, nunca mais os ladrões voltaram à casa, e os quatro músicos de Bremen sentiam-se muito bem lá, onde faziam suas músicas e viviam despreocupados. De vez em quando alguém das redondezas os chamavam e lá iam eles, felizes e contentes, tocar a sua música...." 

A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA SALA DE AULA 
A contação de histórias na sala de aula além de encantar, divertir pode ensinar valores, conceitos e muito mais!
É importante a escola resgatar o prazer da leitura, estimular a imaginação, abrindo horizontes e discutindo valores.
Os músicos de Bremen é um conto escrito pelos Irmãos Grimm entre os anos de 1785 e 1859 na Alemanha.
A partir do conto crie atividades que  envolva a história trabalhando os seguintes temas: amizade, cooperação, convivência em grupo, respeito aos idosos, instrumentos musicais entre outros.  

Exemplos de atividades: 

    • Coloque as crianças em círculo e converse sobre o tema amizade, aproveite para resgatar os valores necessários para a convivência em grupo, como: respeito, cooperação, carinho, etc. Em seguida entregue aos alunos papel e giz de cera para cada um desenhar seu amigo.
    • Leve para escola pedaços de cartolina, E.V.A., papel camurça e outros para os alunos confeccionarem cartões para presentear seus amigos, pais, avós.  
    • Forme bandinha de música construindo  junto com os alunos instrumentos musicais de materiais recicláveis.
    • Faça uma conversação sobre os direitos dos idosos e as contribuições que eles deram a comunidade ao longo de anos de trabalho. Mostre a criança que devemos ter respeito pelos idosos, demonstrando o nosso sincero carinho e a importância que eles têm para nós.
    Fonte: Revista guia prático para professores. Contação de histórias

    quinta-feira, 12 de agosto de 2010

    MANUAL DO ESTAGIÁRIO

    “Ser professor é poder, através das conquistas diárias de seus alunos, vislumbrar um mundo de possibilidades, um mundo transformado pelo conhecimento”. Cláudia Corrêa, professora do curso de formação de professores.


    “Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés...”

    “Ser professor é professar a fé e a certeza que tudo terá valido a pena se o aluno sentir feliz, pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou...”

    “Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção e cuidado...”

    “Ser professor é ser” administrador da curiosidade “de seus alunos, ser parceiro, e ser igual na hora de ser igual, e ser líder na hora de ser líder...”

    “Ser professor é encontrar pelo corredor com cada aluno, olhar para ele sorrindo, e se possível, chamando-o pelo nome para que ele se sinta especial...”
     
    "Ser professor requer: dedicação, atenção constante aos pontos formativos de nossa conduta, domínio da vontade para dar o exemplo, maturidade emocional, respeito e domínio próprio:


    “Mas como só temos, em verdade, aquilo que damos, também só podemos dar aquilo que temos”.Ninguém dá aquilo que não tem. Pense nisso!”   (Coleção educativa, 2009).


    Conduta pessoal do estagiário:

    Não sentar em cima da mesa;
    Não jogar lixo no chão da escola ou da classe;
    Seja educado com os professores, alunos e funcionários;
    Seja dedicado e atencioso na oportunidade concedida;
    Seja educado não use vocabulário inadequado (gírias e palavrões);
    Cuide de sua apresentação pessoal sendo discreto na maneira de vestir, não use saia curta, short, mine blusa. Use a camisa da escola;
    Mantenha o celular desligado durante o estágio;
    Cumpra o horário da Instituição na medida do possível;
    Saber ouvir e falar no momento oportuno;
    Porta-se de maneira adequada, respeitando o professor colaborador e os alunos;
    Disponibilidade e boa vontade para a realização das tarefas;
    Manter sigilo sobre as questões de sala de aula;
    Ater se ás atividades proposta pelo plano de estágio, não realizando atividades alheias (realização de trabalhos pessoais, uso do celular, conversas com parceiro (a) de estágio);
    Não se ausentar durante a observação.



    Portanto, decida ser o melhor que puder SER, para conquistar o que deseja TER, e o que tiver, COMPARTILHE. (Luciana Fiel)