"O educador nunca estará definitivamente pronto, formado, pois que sua maturação se faz no dia a dia na meditação teórica sobre a prática." (Lukesi)

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Presente do dia das mães: Caixinha de Costura feita com caixa de leite


Descrição dos materiais utilizados:
Caixa de leite ninho 
Cola branca 
Tesoura
Pincel
Fita de cetim
Lápis para marcação
Cola quente
Espuma ou algodão 
Tecido para encapar a caixa
Fita métrica ou régua
Miçanga ou botão para o acabamento da tampa
Pedaço Velcro 1,5 cm
Depois de cortar as bordas de cima da caixa messa 15 centímetro e corte para a tampa.


Corte da Caixa
-Tampa 15 cm
-Frente 11 cm
-Laterais 8 cm

Tecido para encapar
-Tampa 24 cm comprimento por 12 cm Largura
-Frente 18 cm comprimento por 12 cm Largura
-2 Laterais 30 cm comprimento por 12 cm Largura

Tecido para o saquinho da tampa
-20 cm comprimento  por 7 cm Largura  

Confira  o passo a passo da confecção da Caixinha de Costura no vídeo abaixo: 


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Plano de aula: produção textual a partir de imagens

                                                         Por  Aline Lima de Souza

Série: 3º ano do Ensino Fundamental
Área do conhecimento: Língua Portuguesa

Tema da aula: Produção textual

Objetivos: Produzir textos a partir de imagens.
Interpretar as imagens e sequenciá-las para formar a história.   

Conteúdos: Produção textual e interpretação de imagens

Material didático: Folha de ofício, cartolina, folha com as imagens

Desenvolvimento:

Atividade 1: Será colocado no quadro uma cartolina com figuras variadas. Os alunos serão divididos em grupos e cada grupo produzirá uma estória usando as figuras. Após a elaboração dos textos, cada grupo compartilhará suas estórias com a turma. Duração da atividade: aproximadamente 30 minutos.

Atividade 2: Os alunos deverão recortar e colocar as imagens em uma folha branca na ordem em que acontece a estória. Ao lado de cada imagem irão escrever o que acontece em cada parte da estória. Duração da atividade: aproximadamente 30 minutos

Atividade 3: Após a produção do texto peça aos alunos para:
a) Dá um título para estória. b) Dá nomes ao personagem da estória. Duração da atividade: aproximadamente 10 minutos

Avaliação: será realizada através da observação quanto ao interesse, à participação e o desempenho nas atividades propostas, durante o período da aula.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Pesquisa Científica: Instituição Escolar Indisciplina e Violência

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
COLÉGIO ESTADUAL ALCINDO GUANABARA
CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
ENSINO MÉDIO

 INSTITUIÇÃO ESCOLAR: INDISCIPLINA E VIOLÊNCIA  

Professora responsável: Cláudia de Queiroz Corrêa

Realização da Pesquisa:
                                                           
TURMA 3001 CN

 GUAPIMIRIM/ NOVEMBRO
2016
SUMÁRIO

1- Introdução...............................................................................6

2- Violência contra escola ..........................................................8

3- Violência da escola............................................ ....................10

4- Violência na escola ................................................................12

5- A relação entre Violência e indisciplina na escola..................15

6- Considerações finais ..............................................................20

7- Bibliografia...............................................................................22


RESUMO

A pesquisa apresentada neste trabalho tem por título Instituição escolar: indisciplina e violência que é o resultado de um estudo teórico associado a pesquisa de campo nas escolas municipais de Guapimirim Rj. Os objetivos deste trabalho são analisar a relação entre a indisciplina e violência ocorridas em unidades escolares locais e avaliar como os profissionais da educação lidam com a indisciplina e a violência ocorridas no ambiente escolar. Este tema de pesquisa nos levou a refletirmos sobre a várias faces da violência na escola como: Violência contra escola que é apresentada como atos de vandalismo praticados pelos alunos ao prédio escolar. A violência da escola é aquela cometida contra o aluno, ou seja, a escola reproduz a sociedade como ela é. Se a sociedade é desigual reproduz as desigualdades e conflitos que nela existe. A violência na escola são as ameaças de alunos a alunos e de aluno a professor e vice-versa. E por último sua relação com a indisciplina na escola.

1-INTRODUÇÃO

Nos nossos estágios do segundo ano do Curso de Formação de professores do Colégio Estadual Alcindo Guanabara em Guapimirim RJ, nas escolas municipais do Ensino Fundamental, nos deparamos com a indisciplina e até mesmo a violência nas turmas estagiadas por nós. Surgiu o desejo de pesquisar sobre o tema instituição escolar: indisciplina e violência. No 3º ano de formação de professores, demos início à pesquisa, fizemos grupos de estudos e discussão sobre o assunto. E chegamos a um problema de pesquisa: Existe uma relação entre indisciplina e violência na escola? E começamos também a pensar em possíveis soluções para o problema. Como a escola poderia agir para evitar a indisciplina e consequente violência no ambiente escolar?

A escolha do tema se deu ao observarmos nos estágios as dificuldades da escola em lidar com a indisciplina dos alunos e a consequente violência geradas por comportamentos que não são compatíveis com ambientes de convivência grupal. 

Ao longo dos estudos percebemos que a indisciplina e a violência são problemas distintos, porém se interligam. No caso da indisciplina é praticada entre aluno e corpo docente gerando um comportamento até mesmo improdutivo na sala de aula para o aluno indisciplinado e seus colegas. No caso da violência pode ocorrer entre aluno e professor, aluno a aluno e entre aluno o patrimônio escolar.

Os objetivos gerais desta pesquisa são:
Analisar a relação entre a indisciplina e violência ocorridas em unidades escolares locais. 
Avaliar como os profissionais da educação lidam com a indisciplina e a violência ocorridas no ambiente escolar.

Os objetivos específicos são:
Identificar os tipos de violências e os fatores causadores destas no âmbito escolar.
Levantar debate sobre os métodos e projetos que podem ser utilizados para melhorar a convivência no ambiente escolar.
A pesquisa do tema se justifica por se tratar de um problema bem presente nas instituições escolares e suas dificuldades em não saber lidar, na maioria das vezes, com o problema gerados pela indisciplina no âmbito escolar. Os educadores diante dos conflitos no ambiente escolar, por vezes, não sabem como resolver as mais variadas situações de indisciplina e acabam sobrecarregando as instâncias judiciárias ou até mesmo chegando a expulsão do aluno.
A pesquisa nos ajudou a buscar respostas para esse problema a fim de confirmar nossas hipóteses. A pesquisa desse tema nos proporcionou respostas mais amplas para que possamos refletir sobre a várias faces da violência na escola como: Violência contra escola, Violência da escola e a Violência na escola e sua relação com a indisciplina que dá nome aos capítulos deste trabalho.
2- VIOLÊNCIA CONTRA ESCOLA  

Nos nossos estudos percebemos que a violência contra escola vai além daquela que é praticada por alunos, a violência também vem do poder público que gera: prédios pobres, sujos, degradados. Lugares onde ninguém quer estar. O fato é que aluno não ver a escola como um bem comum, um bem a ser preservado.

Ao falarmos sobre a violência contra a escola, observamos que conforme o tempo passa, a violência fica cada vez mais grave, e passa a ser não somente contra a escola, mas também contra os colegas de turma, professores, pais e familiares, intervindo na vida cidadã futura. O aluno que comete a violência pode estar passando por alguns problemas, como: agressões domésticas, violência física e/ou psicológica, maus tratos, falta de atenção e carinho. 

A violência contra a escola é apresentada como atos de vandalismo, incêndios e destruição e roubo ou furtos depredação do patrimônio como: paredes, carteiras, cadeiras, portas, cabos de fiação, cabos de telefone, materiais e equipamentos das instituições escolares e outros.

Observando a pesquisa de BONETI, Lindomar Wessler- PUCPR, podemos ver abaixo alguns relatos que retrata bem essa realidade na maioria das escolas brasileiras:
•Primeiro livro ata, roubado no início do ano letivo;
•Alunos quebraram vidro da porta da sala da direção;
•Roubo na escola de torneiras do banheiro masculino e feminino; de telhas externas, ralo do bebedouro, fios elétricos, cabos de telefones;
•Invasão no final de semana na escola com roubo de 2 extintores e lâmpadas;
•Dois alunos entraram na despensa anexo à cozinha da escola e roubaram comida;
•Roubo de telefone; DVD; da escola; Roubo de toda a fiação elétrica da escola; Roubo de três pastas de alunos da secretaria da escola;
Na consequência, apresentamos fatores geradores de violência contra a escola. Esses fatores podem ser o início de uma violência bem maior, pois enquanto ainda está dentro da escola o problema não é muito agravante.

Nos nossos estudos apontamos algumas soluções que poderia ajudar a escola a lidar melhor com as situações apresentadas acima:  
·Com os acontecimentos que ocorrem contra escola, poderíamos montar reuniões com pais e alunos juntos.
·Palestras falando sobre patrimônio público, explicando que os materiais também são comprados com o dinheiro dos pais, através dos impostos. 
·Excursão em fábricas de cadeiras e mesas, para as crianças observarem o trabalho que dá para montar um material para ficarem destruindo depois.
·Observar o aluno e ver se ele precisa de um algum tipo de acompanhamento terapêutico ou outros. 
·Chamar os pais mais vezes na escola com palestras coletivas de pais e alunos. 

Através das pesquisas e estudos desse tema observamos que ocorrem os mais diversos tipos de agressões contra a escola, no fim quem paga é toda uma sociedade onde professores são desrespeitados e agredidos onde o patrimônio é depredado e os alunos se acham no direito de fazê-lo e se abstém de um dos principais direitos de toda os homens o direito à educação

3- VIOLÊNCIA DA ESCOLA  


A violência da escola é aquela cometida contra o aluno, ou seja, a escola reproduz a sociedade como ela é. Se a sociedade é desigual reproduz as desigualdades e conflitos que nela existe como: desigualdades de classes, gêneros, raça, de posição social, etc, e revela-se na discriminação (sexo, raça, condição social. Opção sexual, padrões de beleza).   

É certo que, vemos hoje em dia muitos casos de violência no âmbito escolar, não somente entre alunos, mas também professores/alunos, e sabemos que a escola não tem as ferramentas mínimas para poder prevenir esse tipo de violência. A escola é muito centrada nela mesma e não procura dialogar com os jovens, por isso os conflitos dentro da sala de aula estão cada vez maiores. Os professores não procuram conhecer os alunos para melhor entende-los.

Como foi dito no início desse capítulo a escola também reproduz as loucuras da sociedade. Os professores criam posturas de negação a tudo que é jovem no sentido de não ser positivo. Os professores se sentem vítimas de seus alunos e apresentam comportamento de indiferença e agressividade. E os alunos queixam-se: sentem-se vítimas de seus professores, que os discriminam, por serem pobres e não os ensinam. Esta relação podo acarretar alguns sintomas: abandono, desinteresse pela escola e pelo que ela representa.
É importante prestar atenção no que está acontecendo no âmbito escolar, e como se dão as relações entre os alunos, entre os professores e procurar saber as causas de tanta violência.Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar com um tema controverso e presente em nossas vidas, oportunizando momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social ” (Jussara de Barros, Brasil Escola). 

Muitas vezes por não quererem arrumar um jeito de combater certo tipo de violência, a direção encaminha para a justiça esse problema. O Conselho Tutelar na maioria das vezes é chamado na escola, por casos banais que a própria escola seria capaz de resolver.
Nas escolas, as relações no dia a dia deveriam traduzir respeito ao próximo através de atitudes que levassem a amizade, harmonia de alunos para com os professores e professores para com os alunos.
Muitas vezes, os alunos são os principais autores da violência nas escolas, porém eles também são apontados como vítimas. As brigas entre os alunos são casos de violência constantes nas escolas, entretanto professores acabam também praticando violências contra seus alunos.
           

A escola deve ser um ambiente acolhedor, contudo a violência tornou-se corriqueira. A falta da presença dos pais de alunos no espaço escolar é determinante, afetando assim na melhoria do convívio dos alunos entre professores.

A violência que vem da escola tem um valor maior para o jovem, e isso é resultado de relações ruins entre a escola e os alunos. Não pode se dizer se aumentou ou não a violência nas escolas, mas sim que é uma realidade que vivemos. Em um futuro próximo essa violência vivida na escola, será refletida na vida social do aluno. A escola tem uma violência que vem de fora para dentro, mas também a que ela produz.


 4- Violência Na escola

Nos textos estudados por nós, observamos que a violência das ruas está penetrando cada vez mais nas escolas. As ameaças de alunos a alunos e de aluno a professor vêm se tornando mais recorrentes.

Atualmente, o que tem se observado que a escola vem perdendo o controle das situações de ameaças físicas e morais que vêm se destacando cada vez mais. Violência moral é a que mais assusta aos professores de todas as modalidades de ensino desde do infantil ao superior que podem ser: xingamentos, gestos obscenos, perturbações, indisciplina. Atitudes que, muitas vezes, copiam de pessoas do ambiente onde convivem. Segundo Charlot (2002, p.434): “A violência na escola é aquela que se produz dentro do espaço escolar, sem está ligada à natureza e às atividades da instituição escolar. ”

Giancaterino(2007,p.97) diz que:
(...) A indisciplina na sociedade conduz na maioria das vezes, a delinquência e, mais tarde, ao crime. Uma criança ou um adolescente que desconhece normas de uma vida regular tem tendências de tornar-se um jovem problemático. Muitos deles começam já na adolescência, uma vida desregrada, partem para o crime e é problema para a família e para a própria sociedade.
A violência nas escolas tem sido cada vez mais frequente, sejam elas violências verbais ou físicas. E com isso as escolas vêm perdendo cada vez mais o bom rendimento. Ou seja, formam alunos com a menor competência, porque não foram bem capacitados, pois se preocupam mais com a certificação do que com a capacidade, a competência e os conhecimentos que lhes foram oferecidos, e os pais acabam colaborando para que isso aconteça. Como isso acontece? Acontece quando os alunos chegam em casa questionando o comportamento do professor e “os pais logo vão em cima do professor” para saber o que está havendo. Já em outros casos existem pais que nem se prontificam a ir à direção ou até mesmo até o professor para saber o rendimento escolar do aluno.

A violência na escola, muitas vezes, é um reflexo da violência familiar assim como aquelas que são vividas na comunidade em que o aluno reside, contribuindo bastante para a violência e indisciplina na escola. Alguns alunos se espelham muito nas pessoas sejam eles seus pais, amigos e familiares. Alguns alunos acabam levando problemas de casa para o âmbito escolar, por isso alguns deles se tornam rebeldes, agressivos e incontroláveis dentro do ambiente escolar. Aponto de alguns casos extremos ter que solicitar forças mais especifica, tais como a direção, os responsáveis e até mesmo o Conselho Tutelar para que esses alunos sejam controlados. Mas nem sempre adianta, às vezes o aluno piora. Esses alunos acabam perdendo o respeito pelos profissionais do ambiente escolar. Porque eles sabem que a escola em si, não pode fazer muita coisa para puni-los, por este motivo eles se acham no direito de fazer o que querem e na hora que quiserem sem se preocupar com problemas futuros que possam vir a ocorre cada vez mais os alunos vão se perdendo.

Através das entrevistas com alguns professores ouvimos um relato que retrata bem a dificuldade de relacionar aprendizado a falta de disciplina: “ o aluno mais difícil de você trabalhar é aquele que não te respeita. Ele não quer aprender e não adianta insistir. ”

Percebemos através das observações feitas nos estágios e leituras sobre o assunto, que os alunos esperam e tem expectativas de que o professor irá disciplinar a turma, mas quando isso não acontece e o professor não consegue controlar a turma, ele não é visto como um bom profissional, deixando os alunos insatisfeitos.


Os pais, em geral, precisam se preocupar mais com a vida escolar de seus filhos, ver o caderno de casa, ajudar com trabalhos, ou seja, acompanhar seus filhos na vida escolar. Cobrar mais de seus filhos e disciplina-los melhor para tenham um bom desenvolvimento escolar. Esta e a fala de muitos professores as quais conversarmos nos estágios realizados por nós. 

A escola precisa se preparar melhor, pois ela não está preparada para lidar com esses alunos. No entanto, temos que ressaltar que ela tem tentado fazer o melhor dentro das condições que muitas vezes, são precárias e em muitas delas, faltam condições estruturais e mesmo de pessoal para estar atuando junto aos professores e alunos. 

A escola pode contribuir disponibilizando profissionais adequados como psicólogos e especialistas que possam acompanhar os professores com bate papos, palestras e com sugestões de atividades práticas para serem desenvolvidas em sala de aula ou fora dela.

 5- A relação entre indisciplina e vioência na escola

Primeiramente, serão apresentados os conceitos de indisciplina e violência afim de conceituar as ideias sobre uma e outra e suas relações e diferenças.

Segundo o dicionário de Língua Portuguesa:
Indisciplina: 1. Falta de disciplina. 2.Desordem, anarquia. 3.Desobediência.
Violência: 1. Qualidade ou caráter do que é violento. 2.Abuso da força. 3.Tirania, opressão. 4.Veemência. 5.Ação violenta. 6.Constrangimento físico ou moral. 7.Qualquer força empregada contra a vontade, liberdade ou resistência de pessoa ou coisa; coação.

Com a apresentação dos conceitos acima, a indisciplina é, obviamente, a falta de disciplina. Mas o que seria essa ‘’falta de disciplina’’? Qual ou quais seriam suas causas? Há relação entre indisciplina e a violência nas escolas? E a presença dessas duas temáticas, o que causam no dia a dia escolar?

Para Garcia (2001, p. 376), "devemos conceber a indisciplina como fenômeno de aprendizagem, superando sua conotação de anomalia, ou de problema comportamental a ser neutralizado através de mecanismos de controle", destacando a ideia de que a indisciplina é uma questão relativa somente ao comportamento. Dessa maneira o aluno indisciplinado não seria apenas aquele cujas as ações rompem com as regras da instituição, mas também aquele que prejudica o seu próprio desenvolvimento cognitivo, moral e atitudinal.

A indisciplina está, cada vez mais, tornando-se presente no âmbito escolar. Tem sido apontada, juntamente com a violência, a maior causa de conflitos dentro de sala, sendo prejudicial não só para os alunos que a comete, mas para todos os que convivem nesta realidade. E, na maioria das vezes, procura-se apenas um culpado para esta causa, e se é esquecido de ir atrás de uma resolução do problema. O professor que não procura investigar o porquê desta manifestação de mau comportamento e acaba deixando o aluno de lado e diz que ele é mais um ‘’caso perdido’’, tem tanta culpa no processo, quanto os ocasionadores que fazem o aluno se manifestar de maneira ruim, que pode ter inúmeros motivos.

O aluno indisciplinado torna-se, na maioria das vezes, violento. E, tal violência pode ser cometida contra o professor, contra colegas de classe ou até mesmo contra a própria escola, no ato de depredação.

A indisciplina escolar é um reflexo evidente da violência de limites e da regência de normas e regras na vida familiar, ou seja, o indivíduo que vem de um meio familiar e social cujo o processo de convívio e sociabilidade não atende/obedece regras de boa convivência; boa conduta; respeito mútuo, igualdade e equidade quando inserido na vida estudantil (escolar) encontra dificuldade em seguir/obedecer às normas e condutas do meio escolar assim como no meio social e escolar.

Essa dificuldade, algumas vezes, reflete-se em violência; seja física ou moral.
Porém, não sendo somente está o foco central da violência escolar, alunos indisciplinados não necessariamente são violentos ou possuem históricos de crises violentas ou de agressividade, apenas requerem mais atenção, cuidado e orientação.

A violência para Guimarães (1996, p. 73) "seria caracterizada por qualquer ato [...] que no sentido jurídico, provocaria, pelo uso da força, um constrangimento físico ou moral". Dessa maneira muitos comportamentos apresentados pelos alunos durante as aulas - agressões físicas e verbais, vandalismo, entre outros não seriam indisciplina escolar, mas violência devendo, portanto, ser abordados com formas diferentes.

Essa violência se manifesta por diversos motivos, que podem, inclusive, coincidir com os motivos da indisciplina. Problemas em casa, falta de atenção, presenciar ou sofrer atos de violência (seja ela física ou moral), programas impróprios na televisão e que retratam atos violentos; são uns dos agravantes que podem estar por trás da violência cometida pelo aluno, que acaba repetindo atitudes vistas. Portanto, é de suma importância pesquisar a fundo quais causas fazem parte do cotidiano desse aluno.
Não basta simplesmente considerar todo ato incomum à sala de aula como indisciplina, sem antes se considerar as condições que envolvem a criança fora do ambiente escolar. Antes de repreender o aluno é necessário que o professor conheça a verdadeira causa dessa indisciplina. Todo aluno indisciplinado está tentando dizer alguma coisa para o professor, e para que se consiga “ler” essa mensagem é necessário que o professor procure saber mais sobre a família desse aluno, as condições em que ele vive e tudo mais que faz parte do seu dia-a-dia.

O conceito de indisciplina escolar é muito mais complexo que aquele compreendido no senso comum apenas comportamental e por isso precisamos repensar para podermos classificar e diferenciar sua definição do conceito de violência. Eles estão interligados, porém nem sempre a violência será só um caso de um aluno indisciplinado ou vice e versa.

Em nossos estágios nas escolas municipais de Guapimirim RJ, fizemos algumas entrevistas com professores do primeiro seguimento do Ensino Fundamental, perguntamos sobre o nosso problema de pesquisa e obtivemos as seguintes respostas:

Em sua opinião, existe relação entre a indisciplina e a violência na escola?

Professora Ana Maria
Sim. Se os alunos são indisciplinados, eles irão fazer o que quiserem sempre até quebrar as regras, podendo ocorrer conflitos e gerando assim a violência.

Professora Claudia o.
Sim, na maioria dos casos a violência é feita por alunos indisciplinados.

Professora Silvana A.
Acho que nesses casos não, eles são assim por problemas de convivência na escola.

Professora Maria Lúcia
Sim. Quando aluno vem para escola, já traz uma educação familiar e na escola vai desenvolver o que ver e o que já é. 
Professora Elizabete
Sim, a indisciplina ao meu entender está relacionada a falta de postura, educação e ou respeito que evidentemente gera violência.
Para a pergunta: Em sua opinião, a escola está preparada para lidar com alunos indisciplinados? Por quê?

Obtivemos as seguintes respostas:

Professora Ana Maria
Não. Falta atendimento psicológico e fonoaudiólogo.

Professora Andreia
Não. Porque a sociedade está mudando muito rápido.

Professora Maria Lúcia
A escola não está preparada para lidar com esses alunos. Mas tenho que ressaltar que ela tem tentado fazer o melhor que pode para ajuda-los.

Professora Cláudia O.
Não, a escola não tem nenhum preparo para lidar com esses alunos.

Professora Silvana A.
Não, pois esses alunos não respeitam e não tem ninguém com pulso firme o suficiente para controlá-los.

Professora Elizabete
Não.  A escola tem procurado fazer o possível, para esta preparado mais ainda falta muito
 ConsideraçÕES finais
Propomo-nos a construir esse trabalho a partir de inquietações sobre o   problema apresentado ao longo dessa pesquisa, que partiram das análises, estudos, relatos e observações nos estágios feito pela turma 3001 do Curso Normal, onde percebeu-se uma enorme dificuldade da realização do trabalho docente em relação aos alunos indisciplinados, e por vezes, violentos.

Para realizar a pesquisa focamos em três formas possíveis para compreender a violência as quais foram: violência contra escola, violência da escola, violência na escola e sua relação com a indisciplina, onde baseamos os nossos estudos.  Através das análises destas formas de violências, foi constatado que, realmente, a indisciplina tem ligação direta com a falta de limites e regras dadas pelos pais em casa. Os atos indisciplinares dentro dos lares resultam diretamente em problemas na sala de aula e na escola.


Ao estudarmos as três faces da violência escolar concluímos que a indisciplina e violência se relacionam diretamente e muitas vezes, a indisciplina resulta em vários tipos de violência. É claro que nem sempre um ato de indisciplina pode gerar uma violência, mas o que podemos dizer que a violência sempre começa com um ato de violação de direitos e consequentemente de regras de convivência social.

Porém, não podemos deixar de dizer que a indisciplina não é apenas ações que rompem com as regras da instituição, mas também que prejudica o desenvolvimento cognitivo, moral e atitudinal do aluno. Contudo, os professores devem distinguir um conceito do outro, para assim saber atuar de maneira diferenciada e adequada perante situações de indisciplina escolar, as quais podem ser reflexo, inclusive, da própria maneira da escola em lidar com os alunos.

Já a violência tem outro enfoque e envolve outros fatores, inclusive sociais e externos à escola, que devem ser solucionados com apoio de assistentes sociais, psicólogos, entrando algumas vezes na esfera judicial. Questiona-se, então, como auxiliar um aluno indisciplinar e violento.

Além disso, o apoio da Instituição é essencial para ajudar o professor a lidar com as situações de indisciplina e violência que ocorrem no ambiente escolar.  As escolas devem disponibilizar ou encaminhar os casos mais graves para psicólogos, psiquiatras, coordenadores pedagógicos preparados para ajudar não só o professor, mas também o aluno e seus familiares (caso precise).

Concordamos que o aluno indisciplinado e violento precisa de um pouco mais de atenção e afeto. Portanto, os educadores de maneira geral, devem promover situações onde o aluno se sinta cada vez mais acolhido e a vontade dentro da sala de aula e da escola.

A realização deste trabalho nos proporcionou experiências de aprendizado que nos ajudará na nossa vida profissional. Com certeza, contribuirá para ampliarmos a nossa prática escolar futura.

7-BIBLIOGRAFIA
Brasilescola.uol.com.br/educação/escolaxviolencia. Escrito por: Jussara de Barros 1994,p. 21.  Acesso em: 23/10/2016.

CHARLOT, B. A violência na escola: como os sociólogos franceses abordam esta questão. Sociologias

GARCIA, J. Indisciplina na escola. Revista Paranaense de Desenvolvimento, Curitiba, n. 95, p. 101-108, jan./abr. 1999.

GIANCATERINO, Roberto. Escola, professor, aluno: Os participantes do processo educacional. São Paulo: madros, 2007.
GUIMARÃES, A. M. Indisciplina e violência: a ambigüidade dos conflitos na escola. In: AQUINO, J. G. (Org.). Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. 11. ed. São Paulo: Summus, 1996. p. 73-82.

PRIOTTO, Elis Palma – UNIOESTE elispalmapriotto@hotmail.com BONETI, Lindomar Wessler- PUCPR boneti.lindomar@pucpr.br Área Temática: Violência e convivência nas escolas: Gestão e políticas públicas para a educação.

Rede Brasil Atual. Título da Matéria - Alunos são principais agressores e também maiores vítimas da violência nas escolas. Escrito por: Raimundo de Oliveira. Acesso em: 23/10/2016. Site –


UOL Educação. Título da Matéria - Escola deve ser espaço de proteção e não de violência. Escrito por: Marcelle Souza. Acesso em: 23/10/2016.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Plano de aula: dúzia e meia dúzia


                                                                                                                              Por  Larissa de O. Lima

Série: 2º ano do Ensino Fundamental
Área do conhecimento: Matemática

Tema da aula: Dúzia e meia dúzia

Objetivos:
Traduzir o vocábulo dúzia, relacionando-o a um conjunto formado por 12 elementos.
Traduzir o vocábulo dúzia, relacionando-o a um conjunto formado por 06 elementos.

Conteúdo: Dúzia e meia dúzia

Desenvolvimento da aula:

1.     Incentivo inicial: Conversa dirigida sobre dúzia e meia dúzia. Perguntando aos alunos se já ouviram sobre o assunto e os aproximando do seu uso no seu dia a dia.  
2.     Explicação: Utilizando caixas de ovos, uma de doze e outra de seis. O professor  irá mostrar aos alunos como relacionar o termo dúzia e meia dúzia a sua quantidade. Duração da atividade aproximadamente (10min)

Atividade 2 – Duração da atividade aproximadamente (30 min)
 Exercícios de fixação:
Atividade 3 - Duração da atividade aproximadamente (20 min)
Responda as perguntas abaixo

a) Amanda está muito feliz pois completou uma dúzia de bonecas em sua coleção. Quantas bonecas ela tem agora em sua coleção?
 Desenhe a dúzia de bonecas de Amanda:






b) Se em uma cesta há uma dúzia de bananas então, posso dizer que tenho quantas bananas?
A)10   B)11    C)12     D)13

Recursos: Caixa de ovo, folha xerocada com as atividades, quadro e pilot

Avaliação: Será feita mediante a observação quanto à participação, ao interesse e o desempenho nas atividades propostas, durante a aula.

Referências das atividades:
Disponível em:
http://adoletadoabc.blogspot.com.br/2012/07/duzia-e-meia-duzia.html
Acesso em: 8/3 de 1017

sexta-feira, 3 de março de 2017

O papel e a formação do professor Curso Normal Médio

Escolha da carreira

Na maioria das vezes, os professores iniciam a carreira docente divididos entre necessidades pessoais e valores profissionais, inseguros e por isso, com muito apego ao que lhe foi ensinado. Eles querem ser competentes e ter êxito, mas lhe faltam manejo e experiência docente. Têm medo de ousar e muitas dúvidas quanto ao que, quando e como ensinar. E, na verdade, falta-lhes conhecer melhor o que ensinam.
Desta forma os professores precisam ter em mente que é preciso:
·         Apresentar e desenvolver os conteúdos de maneira que os alunos não aprendem de forma arbitrária, sem critérios, o que a humanidade elaborou e nos deixou de herança;
·         Promover capacidades de raciocínio, que permitam aos alunos aprimorar seus conhecimentos e refletir criticamente sobre o que aprenderam de modo a ampliar sua visão de mundo físico e social;
·         Formar responsabilidade social, levando os alunos a construir projetos pessoais nos quais estejam assegurados os valores democráticos.
Com o tempo, os professores percebem que o papel que lhes cabe é muito maior do que suponham. E aí, muitas vezes, vem o “frio na barriga”. Afinal é grande a responsabilidade de fazer com que os alunos aprendam a exercer sua cidadania, isto é, reivindicar seus direitos e ter a consciência dos seus deveres para com a sociedade. Embora os professores soubessem que esse era o ponto essencial da sua profissão, parece que nunca foram preparados para realização dessa tarefa.
Então, eles começam a se questionar sobre seu contexto de trabalho e o papel que desempenham. Percebem que ser professor é um ofício central para o desenvolvimento das crianças. Afinal, o preparo das futuras gerações depende, em grande parte, deles.
Ser professor é despertar “futuros”, é criar gente que pensa, aprende, faz, avalia, e refaz tudo de novo ser for necessário, “Ser professor é contribuir para que muitas histórias sejam escritas” ser professor é ainda garantir que todos os alunos tenham sucesso na sua trajetória escolar. É ter a clara noção de que o fracasso nos estudos, quando acontece, é em grande parte responsabilidade dele.

Um eterno aprendiz

Sabemos que a responsabilidade não é exclusivamente do professor. Mas ele deve ter consciência de que é preciso redefinir esse papel, aprender a ser professor nos dias atuais, para as crianças de hoje.
Um bom começo é fazer com que os alunos se sintam aceitos e respeitados em suas diferenças, por exemplo, não economizando elogios. Erra quem tenta colocar todas as crianças num mesmo molde. A chave do sucesso docente é, dentre outros aspectos, aprender a lidar com as diferenças e os níveis desiguais que caracterizam cada turma.
Outra atitude a evitar é a do isolamento. Mas do que nunca é preciso trocar ideias, expor as dificuldades enfrentadas. Realizar sistematicamente discussões com outros professores sobre conteúdos curriculares métodos de ensino e aprendizagem, comportamento infantil e aspectos desafiadores encontrados na prática cotidiana. Tais atitudes são um a ótima alternativa para aperfeiçoar a ação pedagógica.
O contato com outros professores ajuda, em muito, na formação do comportamento profissional e, em especial, na transformação de atitudes. É importante participar de cursos de capacitação e atualizar-se e conhecer novos recursos metodológicos e os temas educacionais que estão sendo discutidos.
É preciso lutar ainda, por melhorias no salário, pela valorização profissional e, finalmente por condições de trabalho que permitam uma prática pedagógica que de fato garanta o sucesso dos alunos.

As características de um vencedor

Todo mundo sabe quem é um bom professor, mas é difícil descrevê-lo. Pode se dizer que um profissional seguro e competente e que tem ambições elevadas: deseja ser bem sucedido o que não significa necessariamente galgar postos elevados na carreira de magistério. Quer alfabetizar bem, estimular os alunos para o mundo da leitura e despertar paixão pelo conhecimento.   
De um modo geral, os bons professores deixam doces e fortes lembranças nos alunos. De alguma forma eles são capazes de perceber o sentido social de sua profissão e, especialmente, de sua repercussão na escola ou mesmo na comunidade. Na sala desses professores há um clima afetuoso de camaradagem e companheirismo e, sobretudo, de respeito às diferenças e características individuais dos alunos.
Um bom professor procura estar atento as manifestações e anseios de seus alunos; maneja bem a classe diversificando as estratégias de ensino; conhece processos de avaliação e sabe, mais do que ninguém que eles não servem para selecionar alunos, e sim para conhecê-los melhor e para reorientar o modo de ensinar. Valorizar os erros cometidos pelas crianças porque tem consciência de que só erra quem se expõe, quem faz.

A cartilha 7 por 7 do professor

Isto sim
1 Ouvir que os alunos tem a dizer.
2 Responder sem humilhações agressões verbais ou qualquer tipo de grosseria.
3 Só responder o que sabe e pesquisar sobre o que não sabe.
4 Argumentar em vez de impor.
5 Propor e orientar trabalhos em grupo.
6 Discutir os problemas da sala com a própria turma.
7 Ter interesse no dia a dia do aluno fora da sala de aula.

Isto não
1 Agir de maneira autoritária.
2 Usar de coação e ameaças para conseguir controlar a turma.
3 Humilhar os alunos.
4 Enrolar com conversas que fogem ao conteúdo ensinado.
5 Faltar demais: uma vez pode até ser divertido ficar sem aula, mas eles não querem ser prejudicados.
6 Ser negligente em sala de aula, por exemplo, pedir uma atividade e não se lembrando de cobrá-la.
7 Reclamar em sala de salários e as condições de trabalho na escola.

10 qualidades que se espera de um professor...

1 Pontual: afinal, espera-se que o professor dê o exemplo.
2 Assíduo: existe um planejamento com uma sequência de conteúdo a serem ensinados – ele precisa ser cumprido.
3 Dedicado: atividade docente exige empenho para preparar as aulas e as avaliações e discutir as práticas coletivamente.
4 Cordial: Sempre e com todos, mesmo em situações de conflito eminente.
5 Curioso: Ele não pode não pode parar de se perguntar “Será que posso ensinar de um jeito mais eficiente?
6 Confiável: os alunos precisam se sentir seguros para aprender.
7 Dinâmico: é esperado que se proponha projeto para atingir os objetivos da escola.
8 Organizado: tem manter pastas e portfólio com as produções dos alunos.
9 Participativo: não basta ir às reuniões de trabalho coletivo, precisa dar contribuições efetivas.
10 Equilibrado: a vida pessoal não deve interferir na profissional. Para tanto discrição e bom senso são essenciais.   

Referências:
Programa de Aprendizagem para Professores dos Anos Iniciais da Educação Básica. Ofício de Professor – Aprender Mais para Ensinar Melhor.
Revista Nova Escola – Guia do professor iniciante.    

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Atividade: Trabalhando Ética na Escola

O que é ética?
Conjunto de ações que lida com a compreensão das noções e dos princípios que sustentam as bases da moralidade social e da vida individual. Em outras palavras, trata-se de uma reflexão sobre o valor das ações sociais consideradas tanto no âmbito coletivo como no âmbito individual. 
Apresentei e discuti como os alunos as atitudes éticas do professor e também dos alunos.  Após trabalhar o conceito de ética com os alunos o propus a atividade abaixo para fixar o conceito aprendido. Eu apliquei essa atividade nas minhas turmas de segundo ano do Ensino Médio do Curso Normal. Expliquei que poderiam criar encima das situações apresentadas. 
Atividade:  fazer pequenas representações usando as situações apresentadas abaixo, buscando explicar “a moral da história”, usando o conceito da ética:
  
1-      Um professor expõe a todos da sala que  um  aluno não atingiu a pontuação na prova porque não é suficientemente inteligente. 

2-      O professor pede trabalho em grupo e um aluno não participa da elaboração deste trabalho e pede aos colegas para que coloque o nome dele no trabalho. 

3-      Um diálogo entre duas crianças:
Mariazinha - Eu gosto da cor vermelha. 
Aninha - eu gosto da amarela. 
Mariazinha – Mas a cor vermelha é a cor mais bonita que existe!
Aninha – Eu prefiro a amarela.
Mariazinha – A cor vermelha é a correta a se gostar. Ela é a cor do nosso sangue, por isso você deve gostar dessa cor. Quem gosta da cor amarela não é uma pessoa legal.  

4-      Na sala de aula o professor aplica uma aprova e o aluno pede ao seu colega que lhe passe a resposta da prova. E o professor flagra e toma a prova dos dois alunos. O aluno que pediu cola ao colega diz ao professor para não tirar a prova do seu colega por que ele não teve culpa. Como interpretar este ato dialogando eticamente?

5-      Na sala de aula, uma aluna sempre vem para escola suja e malvestida. A professora não dá atenção a esta aluna, afinal de contas se nem seus pais dão atenção a ela porque ela deve dar. Pensa a professora... É melhor não ter alunos assim na sala de aula! 

6-      Um estudante entra no ônibus e senta no lugar preferencial (aqueles destinados a idosos, gestantes e mães com crianças de colo). No próximo ponto entra uma idosa e pede o lugar ao estudante. O estudante diz que não vai levantar porque ele chegou primeiro.